Uma das principais preocupações dos centros urbanos é a quantidade do lixo produzido pela população. Muito se fala em reciclagem do lixo doméstico, porém a passos lentos a população vem fazendo sua parte em separar o lixo doméstico.

Uma das principais preocupações dos centros urbanos é a quantidade do lixo produzido pela população. Muito se fala em reciclagem do lixo doméstico, porém a passos lentos a população vem fazendo sua parte em separar o lixo doméstico. Os progressos não são os esperados pelos ambientalistas. Isso se deve a falta de um projeto no Plano Diretor das Prefeituras Municipais, Governantes Estaduais e Federais. Este artigo tem o objetivo de mostrar o grau de importância quando reciclamos o lixo doméstico para a natureza e que a população está disposta a reciclar, visto que tenha onde descarta-los adequadamente. O caminho para a realização desse projeto é a educação ambiental através da população por incentivos fiscais e econômicos. Os resultados devem vir em longo prazo, mas se não começarmos imediatamente poderemos não ter tempo em recuperar o solo que a cada dia tem recebido milhares de toneladas de rejeitos ao qual o processo de decomposição não tem dado conta. As indústrias de reciclagem precisam dar sua contribuição para a sociedade, alterando seu modo de coleta seletiva, incentivando e não colocando mais obstáculos para que os munícipes achem que têm seu trabalho perdido ao fazer a separação do material orgânico e não orgânico. O projeto de uma concessionária de energia elétrica, no estado de São Paulo, em um 1 ano e 5 meses, coletou 1,4 mil toneladas de resíduos recicláveis nos seus pontos de coleta. Esse total representa mais de 4 mil clientes participantes e 3,4 toneladas de gás carbônico que deixaram de ser emitidos.

A atitude de reciclar, além de diminuir a quantidade de lixo a ser tratada e eliminada, contribui significativamente para a redução da extração de matérias primas necessária à produção de novos bens de consumo.

O trabalho de Reciclagem do Lixo Doméstico visa conscientizar a população sobre os benefícios futuros sobre o simples ato de separação prévia do lixo comum em plásticos, metais, vidros, papéis, orgânicos e não orgânicos. Para auxiliar nesse processo, são utilizados cores na identificação da separação dos materiais.

AZUL: papel;
VERMELHO: plástico;
VERDE: vidro;
AMARELO: metal;
PRETO: madeira;
LARANJA: resíduos perigosos;
BRANCO: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde;
ROXO: resíduos radioativos;
MARROM: resíduos orgânicos;
CINZA: resíduo geral não reciclável ou misturado, ou contaminado não passível de separação.
A ameaça de exaustão dos recursos naturais não-renováveis aumenta a necessidade de reaproveitamento dos materiais recicláveis que são separados na coleta seletiva de lixo.

Adotar a educação ambiental, colocando os resíduos recicláveis nos locais devidos, não nos custa nada e ainda promove uma melhor qualidade de vida para toda a população.

Ter uma vida mais saudável depende de uma politica pública de serviços e da atitude da população.

Para se falar em reciclagem de lixo doméstico e bom entendermos o que são materiais recicláveis primeiramente. Segundo Magalhães (2015) consideram-se materiais recicláveis aquele que após sofrerem uma transformação, seja ela física ou química, podem ser novamente reutilizados. Essa reutilização pode ser na forma original ou mesmo como matéria prima para outras finalidades.

Segundo Benjamin (1993), o dano ambiental, via de regra, é de natureza difusa, atingindo uma coletividade de pessoas.

O Dano Ambiental é resultante de impactos positivos e negativos, vinculado aos conceitos de degradação e poluição do inciso II – Art. 3º – Lei nº 6.938/81.

Numa gestão ambiental, temos que analisar quais os recursos ambientais devemos centralizar nossos esforços.

Para começar no processo de reciclagem do lixo doméstico, por onde começar os esforços?